VAMOS SALVAR A AMAZÔNIA E SEU POVO TRADICIONAL?

A AMAZÔNIA PRECISA DE PROTEÇÃO E SEU POVO TRADICIONAL TAMBÉM!

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Democracia sim, violência não!

Por pior que esteja o governo petista, desde a administração do senhor Lula da Silva e depois piorou com sua sucessora, Dilma Roussef, muita água rolou por baixo da ponte.

Entramos numa crise socioeconômica e política sem precedentes, nem a do lunático Collor Collor de Mello foi pior, sabem por quê? Porque houve o impeachment que não durou muito tempo e as coisas foram se ajeitando aos poucos, e a democracia se consolidando.

Hoje, a situação ta pior em gênero, número e grau. Os juros na estratosfera. O desemprego de milhões de trabalhadores e empresas falindo. Famílias sem recursos para se alimentar. As importações superando as exportações.

A sociedade endividada, nas mãos de banqueiros que cobram juros exorbitantes porque o Banco Central vive aumentando a tal da Taxa Selic, ao invés de abaixá-la para fazer a população consumir mais e provocar o reinício das atividades das indústrias quebradas e paralisadas, ou porque faliram, ou porque foram obrigadas a demitir operários.

O brasileiro vive de teimoso e porque não tem opção. O voto é de cabresto por causa da Bolsa Família e, da ignorância do eleitor menos favorecido pela sorte, ou porque é analfabeto mesmo. A solução para os cientistas políticos e especialistas em política partidária optam na atualidade por um governo parlamentarista.

Num governo parlamentarista o Congresso Nacional já teria os atuais parlamentares sidos dispensados e, convocadas novas eleições que iriam escolher um novo primeiro ministro.

O que a democracia brasileira precisa na atualidade é aprimorar seus mecanismos de como se cobrar responsabilidades e agilidade inclusive no Poder Judiciário, sem interferência de congressistas de uma CPI de araque, que ficam tentando bloquear e ameaçar advogados que cumprem seus deveres de defender seus clientes, não importa se ladrões de galinhas ou corruptos da Operação Lava Jato, ou seja, quem for.

O Governo Federal precisa urgentemente cortar na própria carne, se quiser salvar este país continental de riquezas imensuráveis e que desde 2003 está sendo mal comandado.

Agora como não deu em nada o pretendido encontro da situação com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o encontro da presidente com os governadores, segundo especialistas políticas de plantão, também não ajudou em nada, porque os estados também estão quebrados como o governo central, mercê de uma política desastrosa.

Os petistas usam qualquer argumento para desculpar o fracasso de suas administrações. Afinal, eles nunca tiveram um projeto administrativo próprio, desde o inicio do Governo Lula, eles apenas deram andamento às diretrizes econômicas criadas por Itamar Franco e depois costuradas com mais ênfase no governo Fernando Henrique.

A denúncia de que tentaram na noite de quinta-feira, por volta de 22h, no bairro Ipiranga, onde o senhor Lula da Silva tem o Instituto Lula instalado ali, denunciou a polícia que houve um ataque à bomba e pediu que as investigações fossem priorizadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

É claro, disse minha Santa Tambura e o seringalista Sissi, lá dos cafundós da minha Amazônia, que tudo será apurado. Afinal, os críticos e gente do povo já postaram na internet, que tudo foi arranjado pelo próprio ex-presidente para usar a mídia a seu favor e do seu partido também, aliás, partido que está mais em baixa que bumbum de cobra.

Já o filósofo Zé Praxedes, que de vez em quando se exalta um pouco em suas perorações, dessa vez pediu calma e paciência e, segundo ele, deve ter sido um cidadão comum exaltado com o senhor Lula que cobrou 4,5 milhões de reais para fazer três ou quatro palestras.

O Zé povinho não acredita em palestra tão cara assim, feita por uma sumidade da cultura mundial. Arre égua! Vá bater forte assim lá no terreiro da Dinda onde o Pai de Santo é o senador Collor de Mello. Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri’’’’’’’’ – jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Contatos P\palestras 17-99186-7015.

 

Hoje, o urubu voa alto no país

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Vismar Kfouri

Tem dias na atualidade que vivemos, mesmo lendo os jornais e procurando na mídia eletrônica, não vemos uma saída para o governo da presidente Dilma Rousseff. Ela está tão desastrada na sua administração que se o Brasil for rebaixado novamente pelas empresas que medem o crescimento dos países, nossa inflação vai chegar a Marte primeiro que os americanos e, a miséria será mais baixa que bumbum de sapo cururu.

Lá dos cafundós da Amazônia, o seringalista Sissi, no município de Machadinho D’Oeste, interiorano de Rondônia, manda avisar por sinais de fumaça ao filósofo Zé Praxedes que, se a coisa ficar preta pra ele no Sudeste, ele tem emprego garantido no seu seringal. Arre égua! Será que vou ter quer cortar seringa de novo? Igual ao deputado petista Sibá Machado, do Acre, fazia?

Sissi estava se referindo à manchete do prestigiado jornal do interior de São Paulo, o DHOJE INTERIOR, que em sua manchete disse que: “Balança comercial da região despenca, mas mantém superávit” diante da crise econômica, que atingiu em cheio a região de São José do Rio Preto-SP, uma das mais ricas do estado paulista, a locomotiva que arrasta este país tropical.

Bem, pelo menos me garantiram o pirão de piranha feito com farinha de puba e tempero de tucupi. Isso prova que até as coisas na região da minha elegante e bela Rio Preto estão sofrendo com crise política, econômica e social implantado pelo governo petista que ai está há 13,6 anos no Poder.

O que dizer dos nossos irmãos ai no Nordeste e Centro Sul, onde milhares de operários foram demitidos, outros milhares estão também sendo diariamente demitidos, indústrias falindo e fechando suas portas, o comércio sofrendo sua pior retração, lojas também fechando em todas as cidades brasileiras em todos os estados da federação?

Como crescer se os políticos que estão no Poder não se entendem? O super ego das vaidades falam mais alto? Ou é estratégia mesmo? O ex-presidente FHC esnobou o outro ex, Lula da Silva, e o colocou abaixo da sola de sua alpargata. Será que é hora para aproveitar da fraqueza do outro, ou juntarem as forças, unirem todas as facções políticas e tentar tirar o Brasil do desastre sócio-econômico e político que vivemos?

Quando a Justiça irá processar os políticos que estão no Poder? Inclusive os presidentes do Senado Renan Calheiros e o deputado Eduardo Cunha da Câmara Federal, ambos acusados de fazer parte da Operação Lava Jato com outras dezenas de congressistas que ainda nem tiveram seus nomes divulgados?

Por muito menos, Fernando Collor de Melo sofreu impeachment, e agora novamente apareceu em destaque na mídia nacional, porque teve meia dúzia de carrões importados avaliados em milhões de reais, apreendidos em sua belíssima Casa da Dinda, em Brasília.

Os experts da mídia nacional, em política, não se entendem. Na noite de ontem eu vi em todos os meios eletrônicos de comunicação, pontos divergentes sobre a promessa do movimento para o próximo dia 16. O mais coerente e que analisa

sem medo, com conhecimento e com clareza, foi o jornalista Boris Casoy do Jornal da Noite da Band. Além de conhecer e entender de política, ele também não tem medo de analisar friamente a situação que atravessamos no momento em que vai virar uma eternidade, redundância à parte!

Quando o cidadão pede no açougue osso pro seu cachorro e faz sopa para a família, é porque a política econômica do seu país já está nas intangíveis alturas onde, nem avião comercial mais voa com tanta intensidade como há pouco tempo passado.

A minha querida e honorável Santa Tambura, que está ajudando o pajé Miratinga da tribo dos Uru Eu Uau Uau, lá no interior de Rondônia, a fazer uma pajelança para salvar o Brasil da desgraça em que se encontra, disse o seguinte:

“Do jeito que tá quem voa alto aqui no Brasil é os urubus de penas, estes pegam um vento ascendente e ficam horas voando, voando, e observando onde está a carniça aqui em baixo, para virem fazer a limpeza”.  Vamos esperar para ver quem vai virar carniça para os urubus que espreitam com tanta paciência e, de mansinho, vem comer na surdina a vida do brasileiro atual? Ou vamos agir antes e espantar os urubus? Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Contatos p\palestras: 17-99186-7015.

Vamos salvar a Amazônia?

Passei mais de quatro décadas na Região Norte, a mais bela, gotejante e úmida floresta tropical do planeta. Fixei “acampamento” (residência),  em Porto Velho-RO, onde trabalhei nos principais jornais da capital. Ajudei a fundar A Gazeta do Acre, 1977, em Rio Branco, e o meu próprio jornal O Povo, em Pimenta Bueno-RO, 1986. Concomitantemente, era funcionário público estatutário e assessorava governadores e secretários de Estado da Segurança Pública onde tinha a função de Assessor de Comunicação Social e, depois acabei me aposentando por invalidez, assessorando o Superintendente Regional do INCRA em Rôndônia e, de vez em quando, o ex-ministro Raul Beléns Jungman, no Ministério da Colonização e Reforma Agraria, em Brasilia.

Em Rondônia, no início da década de 70, fui Chefe de Segurança da Mineração Paranapanema e vivia mais dentro do avião Sêneca II, pilotado pelo magistral comandante Sidney, que me levava para as minerações dentro das selvas de Mato Grosso, Amazonas e Rondônia. Às vezes, esticava para algumas localidades dos estados do Pará e Roraima.

De vez em quando o presidente da Paranapanema, saudoso dr. Otávio Lacomb me levava para pescar no rio Madeirinha, perto da Mineração São Francisco, onde ganhei dele um molinete japonês que guardo até hoje como recordação, já quer ele faleceu numa acidente quando dirigia na rodovia Castelo Branco no interior de São Paulo, perto de Alfaville, onde residia.

Em Rondônia, os jornalistas de peso na época de Território Federal, acompanhavam os governadores, secretários de Estado, ministros e senadores que nos visitavam e, todos os colegas mais velhos são co-fundadores de várias cidades que floresceram e hoje são nacionalmente conhecidas. Eu mesmo participei de uma criação de uma dezena ou mais delas, juntamente com outros colegas. A imprensa de Rondônia, desde aquela época, era respeitada e ajudava a criar um futuro onde hoje é o mais pujante Estado da Federação. Os políticos rondonienses poderiam erguer um área com trabalhos de arquitetos e escultores para homenageá-los, não apenas os que já se foram, mas muitos que ainda estão na ativa como Euro Tourinho Filho (quase centenário) e ainda no batente, Ciro Pinheiro, Montezuma Cruz, prof. Antonio Queiroz, Jorcêne Martinês, Osmar Silva, Lúcio Albuquerque, Nonato Cruz, Carlos Esperança e outros que surgiram depois que vim para o Sul tratar da saúde.