Vamos salvar a Amazônia?

Passei mais de quatro décadas na Região Norte, a mais bela, gotejante e úmida floresta tropical do planeta. Fixei “acampamento” (residência),  em Porto Velho-RO, onde trabalhei nos principais jornais da capital. Ajudei a fundar A Gazeta do Acre, 1977, em Rio Branco, e o meu próprio jornal O Povo, em Pimenta Bueno-RO, 1986. Concomitantemente, era funcionário público estatutário e assessorava governadores e secretários de Estado da Segurança Pública onde tinha a função de Assessor de Comunicação Social e, depois acabei me aposentando por invalidez, assessorando o Superintendente Regional do INCRA em Rôndônia e, de vez em quando, o ex-ministro Raul Beléns Jungman, no Ministério da Colonização e Reforma Agraria, em Brasilia.

Em Rondônia, no início da década de 70, fui Chefe de Segurança da Mineração Paranapanema e vivia mais dentro do avião Sêneca II, pilotado pelo magistral comandante Sidney, que me levava para as minerações dentro das selvas de Mato Grosso, Amazonas e Rondônia. Às vezes, esticava para algumas localidades dos estados do Pará e Roraima.

De vez em quando o presidente da Paranapanema, saudoso dr. Otávio Lacomb me levava para pescar no rio Madeirinha, perto da Mineração São Francisco, onde ganhei dele um molinete japonês que guardo até hoje como recordação, já quer ele faleceu numa acidente quando dirigia na rodovia Castelo Branco no interior de São Paulo, perto de Alfaville, onde residia.

Em Rondônia, os jornalistas de peso na época de Território Federal, acompanhavam os governadores, secretários de Estado, ministros e senadores que nos visitavam e, todos os colegas mais velhos são co-fundadores de várias cidades que floresceram e hoje são nacionalmente conhecidas. Eu mesmo participei de uma criação de uma dezena ou mais delas, juntamente com outros colegas. A imprensa de Rondônia, desde aquela época, era respeitada e ajudava a criar um futuro onde hoje é o mais pujante Estado da Federação. Os políticos rondonienses poderiam erguer um área com trabalhos de arquitetos e escultores para homenageá-los, não apenas os que já se foram, mas muitos que ainda estão na ativa como Euro Tourinho Filho (quase centenário) e ainda no batente, Ciro Pinheiro, Montezuma Cruz, prof. Antonio Queiroz, Jorcêne Martinês, Osmar Silva, Lúcio Albuquerque, Nonato Cruz, Carlos Esperança e outros que surgiram depois que vim para o Sul tratar da saúde.

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2 comentários sobre “Vamos salvar a Amazônia?

  1. Pelo seu conhecimento sobre a Amazônia, este blog será de grande valia para defender a maior selva tropical o planeta. É uma forma de pressionar a classe política para aprovar lei do desmatamento zero com urgência. Venâncio de Melo – São José do Rio Preto-SP.

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