Ninguém quer invadir o Planeta Terra?

disco

Confesso que neste fim de semana eu e meu amigo seringalista Sissi nos encontramos na “A Toca do Guerreiro” para tomarmos uma caipirinha feita de boa manguaça e mel de jataí e jogar prosa fora e, se os nossos neurônios deixassem falaríamos do que vem acontecendo aqui e alhures.

Depois de degustar uma deliciosa e suculenta caldeirada de tucunaré, com farinha seca de Xapuri, que me mandam lá do Acre, e, já estando mais pra lá de Marraquesh, procurei minha rede e fui tirar uma soneca que, ninguém é de ferro, reza uma das leis do Deus Baco.

Caramba! Antes não tivesse tirado essa soneca. Só tive pesadelos e, não foram com os fantasminhas que convivem comigo desde que cai no mundo.

Surgiram monstrengos siderais, poderosos, super-armados com equipamentos avançados uns 10 milhões de ano luz à nossa frente. Nem Isaac Asimov, o saudoso prêmio Nobel da ficção científica, conseguiria criar ou, pelo menos imaginar o poder de destruição desta raça que veio atazanar meus sonhos.

Primeiro uma nave atravessou nossa atmosfera como se ela não existisse. Ela parecia ser feita de um metal que não há na Terra. Silenciosa e gigantesca. Pairou sobre Brasília e sugou todas as pessoas que estavam no Congresso Nacional, nos ministérios, nos palácios do governo, nas estatais, e, a presidente Dilma Rousseff não teve nem tempo de alertar seu povo. Também foi engolida pela sucção da nave alienígena. Aleluia!

O Ministro da Defesa, que nunca pegou nem numa espingardinha de chumbinho, mandou a Força Aérea Brasileira atacar, com todos os caças, que tínhamos à disposição. Parecia brincadeira de jardim de infância.

Quando meia dúzia de caças Mirage e F-5 de 40 anos atrás chegaram a certa distância da nave gigantesca que cobria todo o céu sobre Brasília, do seu bojo, saíram uns trezentos caças que mais pareciam carapanãs, de tão pequenos, rápidos e destruidores. Eles eram  movidos à energia istriônica (sei lá que qué isso!), mas em poucos segundos os caças brasileiros foram direcionados pelos alienígenas até ficarem sobre um enorme ferro-velho na periferia de Brasília.

Parecia rebanho de carneiros guiados por cães Collies até o abrigo.  Depois, com uma força invisível, mas poderosíssima, fez com que cada caça brasileiro caísse sobre o ferro velho já em estado de metal derretido. Que força poderosa estes alienígenas tinham!

O mais incrível foi que as forças alienígenas haviam sem querer, ou premeditado, o fim do poder petista no Brasil? Teria sido uma mera coincidência? Nem Pai de Santo ou a Mãe Ritinha Benzedeira descobriram…

Não ficou um ministério dos 40 que Dilma montou para surrupiar a grana dos contribuintes. O Congresso Nacional foi pulverizado e nenhum congressista escapou do fim trágico das armas dos inimigos que vieram de outras galáxias para se apossar do Brasil.

Mas o que não imaginávamos, era que, mesmo sendo muito evoluído, o comandante da nave alienígena havia cometido um erro irreparável. Era para ele ter pairado sobre os céus da capital dos Estados Unidos e, por causa de um erro milimetricamente cósmico, veio parar sobre Brasília e, sem querer dizimou a raça petista que imperava há mais de 12 anos no poder brasileiro.

Depois de haver percebido que haviam cometido um erro, os alienígenas viram que não valia a pena se apossar deste planeta. Perceberam que seus habitantes, apesar de possuírem um pequeno QI, já haviam iniciado a sua própria destruição ao não proteger o Meio Ambiente. Além disso, se matavam uns aos outros sem motivos aparente. E ninguém ajudava ninguém.

Os governantes e seus subordinados ou eram corruptos, ou negligentes e não protegiam o Meio Ambiente e, se este sucumbisse aos estragos feitos pela raça dominante do próprio planeta,  este teria poucas chances para sobreviver.

Depois que acordei do meu pesadelo, contei-os para minha amada Santa Tambura, para o filósofo Zé Praxedes e pro Sissi também. Todos foram unânimes ao afirmarem: “pena que não passou de um sonho.” Pesadelo? Só se os alienígenas tivessem destruído o Brasil inteiro! Depois dessa… Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com – Blog: https:\\kfouriamazonia.wordpress.com – Contatos P\palestras: 17-99186-7015.

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