Brasil volta a ser o Mercado Persa

mercado persa

 

 

Fica até enfadonho dizer mais uma vez que nem feitiçaria ou pajelança vai tirar o povo brasileiro do lodaçal que o governo petista da senhora Dilma o colocou.

Já disse e volto a repetir, que há dias em que os articulistas não sabem qual o tema que vão redigir para o dia seguinte. O chato é ser repetitivo, mas na atualidade, por causa dessa política desastrosa que vivemos aqui na terra tupiniquim, não vemos outra saída a não ser bater na mesma tecla. Afinal, não tem um ditado que diz que “água mole que bate em pedra dura, tanto bate até que kfouri? Aliás, fura?”

Pois é, a presidente Dilma conseguiu fazer, não como ela desejava a tão necessitada mudança ministerial. Mas acabou mesmo, foi fazendo a mudança que o ex-presidente Lula queria e, mais uma vez, seu nariz de Pinóquio cresceu uns centímetros mais. Foi na base do toma-lá-dá-cá de novo.

O velho e sábio seringalista Sissi, lá do seu seringal nas entranhas da selva rondoniense, me confidenciou, via sinais de fumaça, que prevaleceu outra vez no Congresso Nacional a feira livre do Mercado Persa. Nihil est clarior, meu guru!

Sissi me fez lembrar o dia 12 de maio, na sede do governo, quando se tentava realizar e aprovar a votação do ajuste fiscal sob a batuta do então ministro Eliseu Padilha da Aviação Civil, cujo gabinete ficava no 4° andar governamental.

Na antessala, chamada por um ministro da época que não me lembro o nome no momento, disse ele que  “aqui tá parecendo o mercado persa”, se referindo ao bando de deputados e senadores aliados e, aglomerados na antessala do então ministro Padilha que pareciam sardinhas enlatadas.

Um assessor do ministro, lá pelas tantas da noite, disse que seu celular e seu notebook já estavam lotados de pedidos de parlamentares do “baixo e do alto clero”, isto quer dizer que tanto de deputados inexpressivos a presidentes de partidos.

Arre égua! Exclamou minha amada Santa Tambura, não acreditando no que eu falava com Sissi. E foi num momento como este, que um presidente de um partido aliado, cujo nome não foi identificado de tão inexpressivo que era, falou: “O pior é que, num processo de total desconfiança com o governo, todos resolveram pedir ao mesmo tempo”. E assim foi nos últimos dias! Isto é ou não uma ignomínia?

No verdadeiro Mercado Persa do antigo império, se encontravam todas as raças, tipos de pessoas e mercadorias do mundo da época para serem vendidas. Até o lendário ladrão Ali Babá e seus 40 ladrões iam tranquilamente lá vender o butim de seus assaltos, tudo era feito livremente como se faz hoje aqui no Congresso Nacional do Brasil ou em outras republiquetas de paraísos fiscais que pululam por ai.

Falando em Mercado Persa, vários lugares do planeta, países que vivem do troca-troca como aqui no Governo petista, também acontecem negócios como no verdadeiro e original mercado do antigo império persa. Em Santiago do Chile, desde 1930, onde funcionava o matadouro Franklin, existe o Mercado Persa Bio Bio, que funciona como o de Acari no Rio de Janeiro, ou o Das Nações, em Buenos Aires ou, o de Istambul onde se compra produtos baratos e milionários também, como joias em ouro e diamantes. Em todos eles, a origem dos produtos é desconhecida, e ninguém pergunta de onde vieram.

Esqueci de dizer lá no começo que o chefe do ministro Eliseu Padilha, na época aqui narrado, era o vice-presidente Michel Temer, do PMDB, que também, de novo, passou a perna na presidente Dilma. Devagar, de mansinho, ele vai comendo o angu de caroço chamado Brasil, pelas beiras, que é pra não se queimar. E ela, a presidente, de novo é chamada pela população brasileira de mentirosa e enganadora, de novo, porque fala uma coisa e faz outra.

Afinal dona Dilma, a senhora não ia diminuir 10 ministérios? Não aumentou o preço dos combustíveis e da luz novamente? Não atendeu na realidade o desejo de mudança de ministros que seu pai político Lula da Silva queria? A senhora sabe por que o sapo barbudo foi convocado pela Operação Lava Jato como testemunha e não como réu? Porque os ministros que estão no poder foram em sua maioria colocados nos cargos por ocasião do mandato dele.

Quem acredita na frase em latim que diz: “Dura Lex, Sed Lex?” Ou seja, A Lei é Dura, mas é a Lei! Pode ser na China, aqui no Brasil a lei é feita de geleia de mocotó! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com – Blog: https:\\kfouriamazoniawordpress.com – Contatos P\palestras: 17-99186-7015.

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