Como aguentar tanta falta de vergonha?

 C unha

Tem momentos em que dá vontade de deixar de ser manso e virar bicho predador de tanto enojado que nos sentimos quando ouvimos na mídia a cara de pau do presidente Eduardo Cunha, da Câmara Federal, e de outros  comparsas que negam terem furtado dinheiro da Petrobras ou de outros cofres do erário público. Até minha querida Santa Tambura não suporta tanta desfaçatez, disse ela lá dos peraus da pirateada e bela Amazônia brasileira.

Eu já disse em artigos anteriores, que o que move os parlamentares brasileiros, em todos os níveis, não é somente  arroz, feijão e filé mignon não, é óleo de peroba mesmo!

Segundo o sábio seringalista Sissi, lá das selvas rondonienses, cara culto e pragmático, a sua sorte é que nas matas de suas terras que não foram tomadas pelo governo petista para derrubar e colocar sem-terra, não existe óleo de peroba, apenas andiroba e copaíba. Arre égua, que sorte não meu amigo?

O pior de tudo o que vem acontecendo na política e na economia brasileira, chega às raias do absurdo de tanta coragem para contar mentiras, principalmente os governantes e os políticos que vendem até a mãe e a entregam. E, pasmem, isso não é sofismas não, asseverou enraivecido o calmo e ortodoxo filósofo Zé Praxedes, líder inconteste dos que defendem a soberania das florestas tropicais brasileiras e os povos que nela vivem.

Para nossa sorte (sorte maledeta essa!) a Bovespa tem crescido um pouquinho por oito dias seguidos, apesar de ser pouca coisa, já melhora nosso ânimo porque os Estados Unidos não almejam aumentar seus juros por lá no ano em curso e, tanto o Brasil, quanto os demais países emergentes, respiram aliviados.

Insuportável mesmo é ter que aguentar tanto tempo para haver mudanças benéficas na economia e na politica brasileira com esse Congresso Nacional cheio de ratos que necessitam ser defenestrados do ambiente antes que desapareçam  algum com DNA bom. Por enquanto há uma meia dúzia de exceções.

Aos demais, desejo que todos entendam o momento difícil que o país atravessa e que, assim como na vida tudo passa, esse desgoverno também passará. Nem que tenhamos que fazer uma nova revolta a lá Bastia. Cruz credo!

É a raiva que a sensação de impotência, de sermos enganados e roubados, e ainda ouvindo diariamente as mentiras contadas pela presidente, seus antecessores, e os políticos da atualidade nos tiram do sério.

 Enquanto isso, aqui no país do “toma lá, dá cá,” não há nada mais para vender, trocar ou doar para ajudar o próximo. Já disse que o desempregado pede osso para cachorro e leva para a mulher fazer uma sopa rala porque até a batata não pode comprar. Isso é uma ignominia!

Enquanto isso vários vizinhos se dão bem. Aqui ao nosso lado, quem diria, o Paraguai que foi massacrado injustamente no passado por nós, está crescendo 10% ao ano e sua população ri por quase nada de felicidade. E, pasmem novamente, até a Bolívia cresce uns cinco por cento ao ano, enquanto nós estamos pensando numa retração  de três por cento neste ano.

É ou não uma enorme falta de vergonha na cara para nossos políticos que comandam esta nação das mais ricas do planeta? Sabem a diferença entre o Ali Babá e o Governo Petista? É que enquanto o Ali Babá enche sua caverna com os produtos de seus roubos, os ladrões daqui mandam para contas secretas no exterior. Né, não?

A presidente Dilma se apega ao Poder mais que visgo que usávamos quando crianças para pegar passarinhos. Hoje só cuidamos e os mantemos na natureza. Enquanto ela, não tem passarinho, mas em compensação,  brinca de pedalar nas contas bancárias da união sem qualquer resquício de vergonha.

Dilma trata de vender até a alma para os demais políticos a fim de permanecer no leme deste navio à deriva chamado Brasil. Ela não ganha uma disputa em nível algum na atualidade, perde na Justiça, no desacreditado Congresso Nacional e despenca nas pesquisas e pode desaparecer no abismo. Mas ela diz que vê uma luz no final do túnel! Só se for a de um vagalume vindo em sua direção, está míope senhora?

O Brasil tem saída sim. Destituir o Congresso Nacional, reduzir o núC unhamero de parlamentares à metade, criar o parlamentarismo, encontrar bons patriotas à luz de vela para governar com uma ideologia voltada à ética, honestidade, nacionalismo democrático e seriedade com a coisa pública.

 Devemos dar respeito ao cidadão que paga seus impostos para ver o país crescer e vislumbrar um porvir risonho com educação, saúde e segurança. Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – jornalista, escritor e ambientalista.< kfouriamazonia39@gmail.com – Blog: https:\\kfouriamazoniaworpress.com – Contatos P\palestras: 17-991-86-7015

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