2015, ano maldito para a classe média brasileira

Não sei se felizmente ou infelizmente, 2015 está próximo do fim. Foi o pior ano para os brasileiros depois do governo militar, tão combatido pelos civis que o sucederam, mas que hoje deveriam  ficar de joelhos e pedir desculpas para toda a nação por causa do descalabro econômico e político que infligiram a maior potência latina. Isso é uma verdade que gostaríamos de não ter tido, não ter passado. Isso é uma ignomínia!

De todos os governantes que passaram depois do governo militar de João Baptista Figueiredo (foto acima), a união do PT de Lula da Silva com o PMDB de Michel Temer, no segundo mandato da senhora Dilma Rousseff, sucessora e herdeira política do fundador do Partido dos Trabalhadores, sem dúvida alguma, tanto para nós da mídia nacional como da internacional, foi a pior que houve e levou a sétima economia mundial à bancarrota.

Lembrou entristecida a minha querida Santa Tambura, que o país jamais passou um Natal tão pobre quanto o atual. Estamos no limiar de um Ano Novo e, as perspectivas, lembrou ela, não são nada alvissareiras.

Disse o sábio seringalista Sissi, lá dos cafundós de onde o coronel perdeu as botas, que tudo o que o articulista quer dizer agora, já foi exaustivamente lembrado neste dinâmico e imparcial DHOJE. Bem lembrado meu caro, mas eu insisto e lembro, naquele velho jargão que diz, desde que mundo é mundo, ninguém esquece, todo mundo lembra: “água mole em pedra dura, tanto bate até kfouri”. Gostaram?

O filósofo Zé Praxedes, lá das entranhas da perdida e pirateada Amazônia, lembrou que o eleitor tem memória curta, e que na próxima eleição, eles vão continuar a trocar seus votos por cestas básicas, receitas de remédios, dentaduras, panelas de pressão e, volto a repetir, vão trocar até pela peruca da vovó. Faz parte da tradição do eleitor inculto brasileiro… Arre égua! O Pelé disse isso no século passado e ele está atual até hoje!

Como vamos iniciar um Ano Novo com uma inflação de 11% que tivemos em 2015? Como vamos iniciar um Ano Novo com deflação e milhões de operários desempregados, milhares de pequenas e médias indústrias fechadas? Como começar o ano sem que a classe média B e C não consiga colocar pão, leite, carne, tomate, frutas e outros produtos, até mesmo os da cesta básica na mesa?

Como vamos lidar com um Senado Federal que tem seu presidente denunciado por crimes desde 2008 e, é mais sujo que poleiro de galinheiro? O mesmo acontece com o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o homem de cinco milhões de dólares em bancos suíços que diz ser legais, ao contrário do que diz o governo Suíço e a Procuradoria Geral da União e está sendo denunciado pela Operação Lava Jato?

O mais trágico é que no Brasil, a lei tem aplicado dois pesos e duas medidas para receptadores. Quando o receptador é pobre, não pode pagar bom advogado, ele vai preso e fica inchando os espaços nas cadeias públicas. Se ele é um político poderoso, como o vice-presidente da República, senhor Michel Temer, também presidente do PMDB, aliado do PT de Lula e Dilma Rousseff, recebeu cinco milhões dos corruptos da Petrobras para fazer campanha política na reeleição da presidente e, registrou esta “pequena” quantia no Tribunal Superior Eleitoral – TSE – e foi à mídia nacional informar que a doação foi legítima. Todos os políticos do PT e do PMDB que foram beneficiados pela corrupção, dizem a mesma coisa. Que tudo foi legal, não é mesmo senhor Rui Falcão, presidente do PT? Só não pode roubar galinhas, viu gente boa?

Caracas, se eu recebesse esta mesma quantia eu iria legalizá-la onde? Na cadeia! Não é lá que os pobres, negros, pardos,  desempregados e aposentados pagam suas dívidas no Brasil? Nihil est clarior!

E vamos começar um Ano Novo com um déficit de quantos bilhões mesmo? Aguardemos dia 1º de Janeiro e ficaremos sabendo! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Blog: https:\\kfouriamazoniaworpress.com – Contatos P\Palestras: 17 – 99186-7015.

 

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Nézin Manguaça, o salvador da pátria!

O sábio seringalista Sissi, acompanhado do filósofo Zé Praxedes e do pajé Miratinga, da tribo dos Uru Eu Uau Uau, num conclave que realizavam sob a frondosa samauma, na beira de um igarapé, cercados por índios e caboclos da Amazônia, discutiam o futuro da região em que vivem, principalmente o seu futuro que corre risco imediato por causa da sua depredação por grileiros de terras, madeireiros, garimpeiros e grandes latifundiários que implantam grandes lavouras e somente incrementam o agronegócio e não preserva a biodiversidade da Calha Norte.

A palavra estava com a Santa Tambura que, enfurecida com a depredação da terra linda e luxuriante da sua região, perdeu a compostura, e pedia aos companheiros para criarem um “Exército da Salvação Amazônica”, a fim de fazer a proteção do Meio Ambiente em que nasceram e vivem sem depredá-la. Ela achava que devia chamar a Madame Min, para fazer uma poção mágica, que paralisasse todos os predadores da mais bela floresta tropical do mundo, que segundo ela, ficariam parecendo estátuas de sal como havia lido um dia no seu passado, numa fábula na escola da tribo em que fora criada.

Os componentes do conclave ficaram perplexos com a atitude da sua amiga Santa Tambura que, nunca dera palpite em nada, sempre procurando ajudar a todos, sem fazer nenhuma pergunta e, agora, de repente fica enfurecida e fala coisas dantes nunca ditas em defesa da sua terra brasilis. Tanto o Sissi, quanto o filósofo Zé Praxedes e a indiaiada arregalaram os olhos, não acreditando no que haviam presenciado.

Mas, nem tudo havia terminado. Haveria ainda, para o sábio Sissi e o filósofo Zé Praxedes, mais surpresa para acontecer. E, aconteceu mesmo!

Num repente, o Nézim Manguaça, que estava quietinho num canto bebericando sua terceira poção de pinga de cauim e saboreando uma meia dúzia de matrixãs fritas, qual um pai de santo tomado pelo espírito do Chico Bento, pula no meio da roda e, parecendo que jogava capoeira de tão rápido, passou a vociferar em alto e bom som o seguinte:

“Acabou a roubalheira e a depredação da nossa floresta. Agora vai ter gente de vergonha mandando neste país, vou para Brasília mostrar a solução e salvar a pátria amada,  roubada por políticos e grandes empresários. Eu, Nézim Manguaça tenho a solução, basta eu assumir aquela joça do Planalto como presidente ou ditador mesmo, que as coisas vão funcionar, só não pode faltar “gasolina” na minha barriga, para eu continuar elétrico com meus parcos neurônios ligados. Aí vocês podem ter certeza que vou colocar a locomotiva descarrilada chamada Brasi  novamente nos trilhos, ou eu não me chamo Nézin Manguaça, o cabra macho da Amazônia”!

Atônitos, sem saber o que pensar ou fazer, todos os caboclos, juntamente com o seringalista Sissi e o filósofo Zé Praxedes, resolveram encerrar a reunião e passaram a comer peixes fritos e bebericar a pinga feita artesanalmente de mandioca, a predileta de Nézim e da caboclada da mais bela e luxuriante floresta tropical do mundo.

O pajé Miratinga deu um arroto de prazer, jogou farinha de puba na garganta para ajudar o peixe a descer, sorriu e deu outro gole de pinga feita no alambique do Nezin Manguaça, o mais novo Salvador da Pátria. O Brasil estava salvo! Vou! Fui! Inté

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Natal 2015, comemorar como? O quê?

Era quase meia noite de Natal quando o Papa Francisco (foto acima) rezou a missa do Galo, na Basílica de São Pedro, em Roma. Rezou até em português e desejou felicidades a todos os povos do mundo, inclusive mesmo aos não cristãos. É de seu caráter, de sua boa índole e do cargo que exerce, rezar para que o mundo seja cada dia melhor que ontem. Grande cara, disse o sábio seringalista Sissi lá das entranhas das selvas amazônicas. E foi coadjuvado pela emérita Santa Tambura, a santinha que nunca me protegeu de nada, mas me ama de paixão.

Todavia, apesar de não ser um bom cristão, às vezes tenho arremedo de compaixão até mesmo compulsiva, quando vejo injustiças sendo cometidas, ou violências desnecessárias praticadas mundo afora.

O filósofo Zé Praxedes, lá das regiões abismais da Calha Norte, onde viveu por 40 anos, defendendo as fronteiras e os povos tradicionais da maior floresta tropical do planeta, hoje está mais taciturno e pensativo do que o normal. Deitado na velha e puída rede preguiçosa lá no seu rancho, “A Toca do Guerreiro”, em São José do Rio Preto-SP, fica pensando no povo sofrido e esquecido das barrancas dos rios e igarapés da Amazônia.

Segundo o filósofo, hoje, tanto na Amazônia, como no resto do país, não se tem nada para comemorar. Na Amazônia as noites chegam cedo e demoram a passar, poucas famílias de pequenos vilarejos comemoram a passagem de Natal. Elas vão dormir cedo em suas redes sob mosquiteiros para evitar o mosquito carapanã, que transmite a malária. Alguma cidade se embeleza e festeja, mas é uma raridade.

Entretanto, no resto do Brasil, no Nordeste, Centro Oeste e Sul e Sudeste, as comemorações deste dia são longas, festivas, coloridas, fartas de comidas típicas e danças folclóricas que vazam a noite e, só acabam quando o sol ameaça surgir no horizonte e, sua bola de fogo começa a iluminar a nossa ainda linda terra azul, que está ameaçada em seu Meio Ambiente em todos seus quadrantes.

E o Nézin Manguaça, depois de tomar todas, perguntou: “Ôh, meu guru, o que o nosso povo vai comemorar neste final de ano? Tem alguma coisa para se comemorar?”

Realmente, pensei cá com meus botões, comemorar o quê? O maior desastre ambiental ocorrido no Brasil, o de Mariana? Ou o desmate desenfreado da Mata Amazônica e da Mata Atlântica ou do Cerrado que, quase não existe mais? O que temos para comemorar?

Ah, sim, temos que comemorar a maior inflação dos últimos anos, a maior taxa de desemprego e falência de indústrias, a queda do Produto Interno Bruto – PIB – a queda do real diante do dólar, o aumento dos combustíveis nos postos, da energia elétrica, dos impostos que não retornam ao povo em forma de benefícios, a falta de recursos para uma família operária se alimentar com dignidade, devido os preços exorbitantes dos alimentos que aumentam diariamente.

Tem mais alguma coisa para se comemorar? Ah, sim… A falta de vergonha, de ética, de compromisso dos políticos, tanto do Legislativo como do Executivo, que roubam descaradamente o dinheiro do contribuinte, também roubam dos aposentados que fizeram deste torrão, uma das maiores economias do planeta e, que agora só vão se aposentar depois que forem a óbito, já que querem que os velhinhos se aposentem apenas depois dos 75 anos. Isso é uma ignomínia!

Eu queria também que tivéssemos um governo sério, que não roubasse, não formassem quadrilhas para desviar dinheiro das estatais, dos hospitais que estão sem poder atender a comunidade e que pudesse pagar um salário compatível para os professores terem dignidade e melhorar o padrão de nossa educação, pois somente assim, gastaríamos menos com segurança e sobraria dinheiro para o social.

Este é o governo da grande utopia. Dos Lulas da vida, do Zé Dirceu, do Genoino, do Rui Falcão, do Temer, das mentiras de dona Dilma e de seu séquito. Este é o país dos operários enganados por um falso partido que se diz Trabalhador! Bom Natal e próspero Ano Novo, mesmo para os que tenham apenas um ovo para ser cozido e uma garrafa de refrigerante para comemorar. Vou! Fui! Inté!

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Ricos tem privilégios na Justiça, diz coordenador da Lava Jato

O artigo de hoje é baseado na entrevista que o coordenador da Operação Lato, procurador federal Carlos Fernando Lima dos Santos, deu a TV Folha no Dia Mundial de Combate à Corrupção editado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 9 de dezembro do ano em curso.

A princípio, disse ele, aquilo que todos os brasileiros sabem, criticam, mas os responsáveis pela criação das leis não atendem os apelos populares, porque, na verdade a responsabilidade da criação delas (como o articulista vem martelando há anos), é de responsabilidade dos legisladores, ou seja, do Congresso Nacional. Até a ignara Santa Tambura, lá das entranhas da pirateada e abandonado Floresta Amazônica, que é depredada de suas riquezas diariamente, sabe disso há séculos.

E, somente algumas vezes a Justiça resolve uma pendenga aqui e acolá, como aconteceu recentemente no município de Cacoal, na Reserva Indígena, Cintas Largas (foto acima), em Rondônia, onde se fechou e prendeu criminosos que contrabandeavam os diamantes da maior mina brasileira,  e que é uma das grandes cobiças das empresas que detém a industrialização de jóias de alto preço e luxo nas altas rodas da granfinagem internacional.

Como participei da criação da cidade de Cacoal, no início da década de 70 e estive várias vezes na reserva onde conheço, líderes e tuxauás (caciques) e participei da reportagem por ocasião da carnificina onde os índios chacinaram 29 garimpeiros, nesta mina clandestina, por causa de desentendimento na hora de se fazer o acerto das pedras. Foi mais um horror acontecido no interior da mais bela, rica, e imensurável floresta tropical do país, que regulamenta até a temperatura e distribuição de chuvas no planeta.

Todavia, as nações fazem de conta que vão proteger a floresta, mas continuam a depredando com os governos brasileiros que apoiaram o agronegócio e a derrubada dela e até das suas matas ciliares, assoreando os rios e igarapés, diminuindo o volume de água que dantes era o dobro do que existe hoje, principalmente no Sul e Sudeste.

Mas voltando ao tema principal deste artigo que foi a entrevista do coordenador da Operação Lava Jato, procurador federal Carlos Fernando dos Santos Lima, à TV Folha, dia 9 recém passado, disse ele ainda ao entrevistador, “que a princípio no Brasil, o que ocorre é que os processos penais para os ricos é um faz de conta”. Segundo ele, o principal problema para a aplicação da lei é o “número infinito de recursos que postergam a sentença definitiva sobre o caso devido, este absurdo de brechas que a lei permite aos advogados de defesa”.

O seringalista Sissi e o filósofo Zé Praxedes, lá dos cafundós da querida, bela, verde e luxuriante Amazônia, só se acalmaram um pouquinho (só um tiquinho mesmo), foi quando ele afirmou que o Ministério Público Federal está propondo 10 medidas para combater o tempo de julgamento. Sem dúvida que se isto for implementado, muitos ricos irão antes para a cadeia se juntar aos pobres e negros, pardos, vermelhos, amarelos e rosas que lotam os presídios brasileiros, até mesmo por causa de uma pequena receptação. Enquanto os milionários políticos de todos os partidos do Brasil recebem bilhões de reais da corrupção que quebrou a nossa Petrobras e, em seguida vão ao TSE, como disse recentemente à mídia nacional, o vice-presidente Michel Temer, do PMDB, e a registrou no TSE, como se tivessem recebido como doação legal esta alta grana para campanhas eleitorais. Fica tudo bonitinho para os políticos, enquanto os pobres receptadores pagam a pena em cadeias superlotadas e fétidas como privadas de pensão à moda antiga e, em sua maioria, foram transportados com os antigos caminhões de paus-de-arara que vinham abarrotados de trabalhadores nordestinos para o Sudeste em busca de trabalho. Isso sim é uma ignomínia!

Como é bom ser político num país de eleitores ignorantes como o nosso, onde eles trocam seus votos por cesta básica, telhas, dentaduras e até pela peruca da vovozinha. Já repeti isto várias vezes. Vamos acabar ou diminuir as tais brechas legais que os advogados de defesa se utilizam nos processos dos ricos, caso contrário, aquele velho jargão popular do passado não tão distante que afirmava “que no Brasil, só vai para a cadeia, pobre, puta e negro”, vai continuar sendo uma realidade. E eu acrescentaria também, os casos de ladrões de galinhas e do trabalhador desempregado pego furtando uma lata de leite em pó num supermercado, que ficou um ano preso e seu filhinho morreu subnutrido. Muda Brasil, ou nós o teremos que mudá-lo à moda antiga? Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com – Contatos P\Palestras: 17-99186-7015

Amazônia, a cobiça mundial

Os últimos acontecimentos ocorridos na Região Norte, onde fica a maior floresta tropical do planeta, tem mexido com a imaginação dos ambientalistas como nós que passamos a maior parte de nossa existência por lá, defendendo as fronteiras desguarnecidas e ajudando os povos tradicionais da bela e luxuriante selva amazônica.

De três meses para cá, o Exército destruiu pistas de pouso clandestinas, garimpos ilegais e a Polícia Federal fez o mesmo com grupos de madeireiros ilegais que roubam madeiras de lei das reservas indígenas.

Sem falar dos diamantes e ouro da reserva dos índios Cintas Largas e Suruís, em Cacoal, no estado de Rondônia, como o ocorrido estes dias com a intervenção de forças federais. Há anos, dali saem bilhões de reais em diamantes que vão para outras nações, sem pagar impostos, sai contrabandeado e deixa como ônus para nós a mata devastada e sem recuperação, como as barragens que se romperam em Mariana.

É por isso que digo que a Amazônia tem sido maltratada como mulher de malandro, apanha diariamente, tem que servir aos seus algozes como madeireiros irresponsáveis e garimpeiros ilegais que  a rasgam com suas máquinas clandestinas, com auxílio de índios e caboclos ignorantes, que corrompidos por uma garrafa de pinga ou um prato de comida ajudam na derrubada de sua flora e a depredar sua fauna e a roubarem nossas riquezas minerais, que saem  por fronteiras que não são vigiadas como deveriam ser.

Falta vontade política dos governantes e muita falta de senso de nacionalismo, que seja  democrático, mas firme na manutenção do nosso patrimônio, que é surrupiado diariamente por grupos de empresários nacionais e financiados por grupos estrangeiros que levam nossos diamantes, ouro, estanho, urânio, nióbio, animais silvestres e até colhem e contrabandeiam sangue de nossos índios para levantar sua genética.

Não existe ética, decência, amor patriótico, senso de justiça, não existe autoridades, tanto do Legislativo como do Executivo no Brasil, que empunhe uma bandeira de proteger de vez nossa Amazônia, pelo contrário, ajudam a derrubar suas árvores centenárias, inclusive as matas ciliares, aquelas que protegem as margens dos rios e igarapés. Tudo para tirar vantagens financeiras em troca da venda ilegal de terras para grileiros que, no lugar que onde outrora fora uma frondosa selva verde e luxuriante, agora impera o agronegócio, cujo dinheiro vai para o propinoduto dos políticos e maus servidores.

Enquanto houver políticos desonestos, governantes que mentem para a nação, roubam descaradamente bilhões de nossas estatais e vão gastar no exterior, o Brasil, considerado por nós que o conhecemos palmo a palmo, como a nação mundial que tem toda a matéria prima para ser auto suficiente e, ao invés disso, por falta de caráter e honestidade de nossos governantes, ficamos sem crescer e a mercê de uma quadrilha de metralhas que vão vender toda nossa Amazônia para o agronegócio.

O pior, é que nossos netos não terão a sensação do deslumbramento de vê-la, mais ou menos intacta como ainda é possível vê-la hoje. Uma hora nossa paciência vai acabar e, ai o filósofo das selvas vai perguntar: E agora, adianta chorar o leite derramado? PROTEJA A AMAZÔNIA E SALVE O PLANETA! DESMATE ZERO JÁ! Vou! Fui! Inté!

Político desvia milhões e registra no TSE; pobre é preso por receptação

Se o saudoso jornalista, articulista  Stanislaw Ponte Preta (foto acima), que viveu em Campinas e atuou por anos na imprensa nacional, era conhecido e venerado por suas críticas e charges sobre políticos e artistas, hoje estaria nadando de braçada por causa do descalabro político que passamos ou, no mínimo, estaria preso. Assim me recordou a querida Santa Tambura.

O pedido de impeachment da presidente Dilma virou piada, ou no mínimo explodiu de vez o relacionamento entre o Congresso Nacional e o Executivo sob o comando da petista.

Lembraram os amazônicos seringalista Sissi e o filósofo Zé Praxedes, para os amantes do UFC, aquelas lutas violentas que só terminam quando um nocauteia seu antagonista, que pode ir a óbito, não entrariam hoje num ringue com estes políticos.

Aí perguntaram se colocassem no mesmo ringue o presidente do Senado Renan Calheiros e o vice-presidente Michel Temer, ambos do PMDB. Todavia, os dois brigaram, implodiram mais ainda o partido que teve até há pouco tempo outro artista da política atual brasileira diariamente na mídia, o senhor Eduardo Cara de Pau Cunha, presidente da Câmara Federal, que é do mesmo partido dos dois citados anteriores e formou uma comissão especial para cassar sua desafeta, a presidente Dilma. Todavia ele recebeu uma rasteira dos ministros do STF, que derrubaram a decisão da Câmara Federal e, tudo voltou a ser como Dantes no Quartel de Abrantes. Ou melhor, tudo vai ter que ser refeito novamente e quem vai decidir se aceita ou não o pedido de impeachment contra a presidente será o Senado Federal, mas acredito que só depois do carnaval, no próximo ano.

O que diria o saudoso Stanislaw Ponte Preta se soubesse hoje que o vice-presidente Michel Temer recebeu cinco milhões de reais das mãos do presidente da empresa OAS e afirmou que é legal porque registrou a doação no TSE?

Ai, pergunto: “isso não é crime de receptação”? Vamos analisar assim, se uma pessoa pobre, negra, branca, parda, vermelha ou amarela recebesse uma importância menor de alguém ou de uma empresa e depois fosse descoberto pela Justiça que esse dinheiro tinha sido furtado antes de ser doado, onde estaria hoje o pobre que recebeu a doação? É claro, na cadeia!” Arre égua! Isto não é a aplicação de dois pesos e duas medidas?

Enquanto o novo ministro Nelson Barbosa, que assumiu o lugar do ex-ministro Levy, na Fazenda, quebra a cabeça para fazer o ajuste fiscal, o jornalista e crítico José Simão, da Folha de São Paulo e que interage na Band com o jornalista e radialista Ricardo Boechat, numa clássica piada política, lembrou que recentemente em uma recepção onde estavam presentes Dilma e Temer, por força da posição de ambos, a banda militar tocou a música “Amigos Para Sempre”, é claro, ele brincou com isso fazendo alusão ao péssimo relacionamento que há no momento entre ambos.

Enquanto isso a política brasileira fede mais que privada de rodoviária de rodovia, o Meio Ambiente vai do pior para o descalabro. O encontro de Paris nada resolveu de imediato, ficou tudo para depois de 2030 e a China pela segunda vez consecutiva determina alerta vermelho na capital Pequim, por causa do grande volume de fumaça no ar, devido o excesso do consumo de carvão usado nas suas usinas e nos sistemas de calefação no inverno. Ela e os Estados Unidos são os maiores poluidores do planeta e hoje pagam para os países pequenos emitirem menos agentes poluidores na atmosfera para que elas, as duas nações mais ricas do planeta, continuem poluindo.

É a mesma coisa que colocar a ministra da Agricultura para dirigir a pasta do Meio Ambiente. Dizem os amazonenses que ela e o ex-governador e hoje senador Blairo Magge, do MT, não podiam ver um pau em pé na floresta que derrubavam mesmo! É por isso que o Zé Simão diz, “Escreveu, não leu, a Kátia Abreu…”. E  segundo falam a boca miúda, quando ela decide uma coisa, faz mesmo, até diminuir a metragem das matas ciliares e matar milhares de olhos d’água que abasteciam rios e igarapés. E para que serve hoje o dinheiro do agronegócio? Onde ele anda? Quem souber que o diga! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. Kfouriamazonia39@gmail.com– Blog: https:\\kfouriamazoniawordpress.com – Contatos P\Palestras: 17-99186-7015.

 

 

Brasileiros apertem o cinto, a comida vai sumir!

O colunista em primeiro lugar tem a obrigação de informar a verdade dos fatos que são interessantes à sociedade em que convive. Para azar meu e de vocês, estamos no mesmo barco chamado Brasil, que há 13 anos navega em águas turvas e não sai nunca do Mar das Tormentas. Até a Santa Tambura lá dos peraus da Amazônia pirateada e sem segurança em suas fronteiras, aprendeu a nadar e comprou um colete com receio de cair na água.

Perdi meu tempo durante oito horas mais ou menos assistindo impávido o lenga lenga do STF, que julgou improcedente a comissão secundaria do Eduardo Cunha para pedir o impeachment da presidente Dilma.

 A Câmara Federal vai ter que formar uma só comissão com todos os líderes de partidos fazendo parte dela e, e se aprovado o pedido de processo contra a presidente, este processo vai para o Senado Federal que é quem tem competência para julgar. Demoraram quase oito horas para chegar a este consenso e arguiram o impeachment desde que Cabral chegou ao Brasil. Também iríamos querer o quê? A maioria destes ministros foi indicados pelo governo petista desde que Lula assumiu seu primeiro mandato. Cartas marcadas? Só Deus sabe?

O que posso informar eu e o sábio seringalista Sissi, lá das entranhas das selvas amazônicas, é que o brasileiro vai ter que apertar o cinto. Não que o piloto do avião sumiu, mas porque o Brasil está sem governabilidade, o desemprego chagou a oito milhões de operários e milhares de pequenas e médias empresas fecharam suas portas definitivamente ou temporariamente.

Para piorar a situação das famílias brasileiras, fomos informados nesta sexta-feira que o Produto Interno Bruto – PIB – vai fechar o ano em queda de 3,9% e a inflação que já esta em 10,75%  pode fechar até o fim do ano em 11% e, para fazer doer mais a barriga das famílias que tiveram seus chefes demitidos, serão obrigados a conviver com altas imensuráveis nos produtos de primeira necessidade ainda mais.

O filósofo Zé Praxedes lá das selvas rondonienses, lembra aos interessados que na próxima reunião da Câmara ou do Senado Federal, para formar as comissões e se aprovada a sessão para realizar o impeachment, terá que ser por voto aberto e não secreto como foi imposto pelo cara de pau do senhor presidente Eduardo Cunha, da Câmara Federal.

Os trabalhadores perderam nos últimos doze meses mais de milhão  e meio de empregos, o que vai inviabilizar um Natal com fartura e, quem puder ter um frango assado na mesa e uma garrafa de refrigerante, agradeça a Deus ou a quem conseguiu tal façanha. Até ex-ministro Levy, que não aguentou carregar a carga do PT já tirou a sua cadeira do Palácio do Planalto e deu a vaga para o senhor Nelson Barbosa.

Para piorar a nossa situação, o Senado Federal, aproveitou a ausência da maioria dos senadores na última quarta-feira, aos 45 minutos do segundo tempo, quando já se preparavam para apagar as luzes, aprovaram na surdina a lei que vai cobrar de todos os furtados pagadores de impostos a nova CPMF. Ai eu pergunto? Tem gente honesta no Legislativo e no Executivo?

A Santa Tambura alegou que os honestos foram fazer um estágio com o Ali Babá e seus quarenta ladrões lá no deserto do Saara. Arre Égua! Vou! Fui! Inté! Boas festas para quem tiver sorte!

Vismar Kfouri – Jornalísta, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Blog: https:\\kfouriamazoniawordpress.com – Contatos P\Palestras: 17-99186-7015.

O pior momento da democracia brasileira

Queiram ou não, o brasileiro está vivendo o pior momento da sua democracia pós-governo militar. Aliás, a situação está tão ruim, mas tão ruim, que tem gente querendo a volta dos milicos. Arre égua! Dá pra imaginar uma coisa desta? Pois é, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, pede o afastamento do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha. Por outro lado, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, disse que a solicitação do pedido de processo contra a presidente Dilma Rousseff, feita através de voto secreto pela Câmara Federal, foi legal.

O ministro Fachin disse ainda que a Câmara Federal tem poder para solicitar abertura de pedido de impeachment contra a presidente Dilma Roussef, mas quem deve julgar o processo é o Senado Federal.

No entanto, lembrou o sábio seringalista Sissi e o filósofo Zé Praxedes, lá das entranhas da linda e saqueada Amazônia até por políticos que estão hoje no poder, que o Brasil vive uma anarquia total, ninguém governa, ninguém manda em nada. Quarta-feira o Brasil sofreu mais um rebaixamento internacional, agora da empresa Fitch que rebaixou o poder brasileiro para viabilizar aplicações de estrangeiros em nosso país. Hoje, o Brasil mais parece um velho navio de guerra torpedeado no mar das Tormentas. Isso é uma ignomínia!

Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã, na próxima hora ou no próximo minuto. A cada instante, surgem novas denúncias contra Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Lula, filhos, amigos íntimos e noras e, é visível um sério atrito entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, contra o seu companheiro de partido, o vice-presidente da República, Michel Temer, que também é o presidente nacional do PMDB, que está mais rachado que o chão da caatinga nordestina, pois sofre uma terrível seca há uns cinco anos.

Para piorar a situação do Brasil, os Estados Unidos resolveram elevar em 0,25% a taxa de juros, isto vai tirar os aplicadores do Brasil e levar o dinheiro para lá, fazendo a Bolsa brasileira cair como caiu quarta-feira, mas em seguida voltou a subir e o dólar, também.

Com a bagunça política e econômica que o país atravessa, dificilmente o governo vai acertar, porque,  desde que se fez déficit primário  nunca mais houve superávit devido a instabilidade política. E tudo piorou com a entrada do PT em cena, não tivemos mais aumento no superávit, provocando a pior crise dos últimos trinta anos conforme alguns cientistas políticos se posicionaram.

A maior birra da minha Santa Tambura é contra a ministra da Agricultura, senadora Katia Abreu, do PMDB do Tocantins, que disse ter apoiado a derrubada de florestas para a instalação do agronegócio em terras amazônicas. Tanto ela quanto o senador de Mato Grosso, Blairo Magge, deveriam ser julgados e condenados à prisão perpétua por crime contra o Meio Ambiente, este, quando governador de seu estado, derrubou milhares de quilômetros quadrados de mata para implantar pastagens e áreas de plantio de grãos.

O pior, dizem os ambientalistas, é que se falam todos os anos em super safras, recordes e mais recordes no agronegócio, todavia, esse dinheiro se parece com cabeça de bacalhau, todo mundo sabe que existe, mas ninguém vê. E diante da atual crise, onde foi parar todo este dinheiro? Na corrupção promovida pelos presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff e, juntos com o senhor Rui Falcão, presidente nacional do PT. Eles só sabem dizer o que sempre alegam: “que nada viram, que o dinheiro foi depositado na conta do partido dentro dos parâmetros da lei”. E, os petistas presos na Operação Lava Jato, são tão inocentes como Lula e Dilma? Só prenderam anjinhos petistas! Quer ir pro céu? Filie-se ao PT! Durma-se com um barulho destes! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Blog: https:\\kfouriamazoniawordpress.com – Contatos P\Palestras: 17-9986-7015.

Brasil não cuida do Meio Ambiente

Diariamente vemos através da mídia nacional fatos relevantes e negativos acontecendo aqui e alhures. Todos prejudicando o Meio Ambiente nacional.

Ora são incêndios em matas tropicais no Centro-Oeste, no Nordeste e no Norte do país onde fica a maior biodiversidade tropical do planeta, a Floresta Amazônica.

Um dos outros problemas diz respeitos às terras indígenas, ou por falta de demarcação, ou demarcação fraudulenta, ou por invasões de garimpeiros e madeireiros clandestinos que agem ao arrepio da lei. Sem falar que há órgãos federais e estaduais nas regiões onde proliferam estes problemas, que se juntam aos corruptos e tiram proveito da situação, pouco se lixando sobre o que irá acontecer no futuro. Os corruptos só querem o imediatismo, agora, números aumentando em suas contas bancárias no exterior.

Meses atrás tivemos problemas com os índios Tenharins na BR-230, a Transamazônica, 150 quilômetros depois de Humaitá, no sul do Estado do Amazonas. Lá os índios também cobravam pedágio para quem se dirigisse a localidade do KM 180, hoje com sete mil habitantes e com o nome oficializado para Santo Antonio do Matupi. Depois desta localidade vem a bela cidade de Apuí, onde, em 1982, seguindo ordens do senador Galvão Modesto, ex-superintendente do INCRA em Rondônia, levamos mais de 100 famílias de migrantes sulistas que lá edificaram uma bela cidade estilo germânica em plena selva tropical. Hoje ela deve estar com mais de 50 mil habitantes.

Agora, no MS outros índios que cobravam pedágio também, desapareceram com dois cidadãos que se negaram a pagar. As autoridades encontraram seus corpos, mas tudo ficará como Dantes no Quartel de Abrantes. O índio é imputável penalmente.

Todavia, eu acredito que os índios aculturado, aqueles que vivem na periferia das cidades dos brancos, que têm cédula de identidade  e até carteira de habilitação, deveriam perder a imunidade e serem julgados pelas leis dos civilizados. Tenho dito.

Enquanto isso, em Paris chega ao seu final o encontro das nações que se reuniram para tentar acabar ou diminuir com o efeito estufa, degelo e diminuir dois graus celsius o clima no planeta. Só ficou no papel, as grandes nações e maiores potências mundiais do planeta vão continuar poluindo cada vez mais e obrigando seus próprios cidadãos a usarem máscaras para poderem respirar, como é o caso da China. Isto é uma ignominia!

E aqui no Brasil, se não se criar uma lei com urgência criando O DESMATE ZERO JÁ NA AMAZÔNIA, nosso netos só irão conhecê-la através de fotos e vídeos. Vou! Fui! Inté.

 

 

Sem desfecho sobre impeachment Brasil vive o anarquismo

Disse a sábia Santa Tambura que enquanto não sai o desfecho sobre o impeachment da presidente Dilma Roussef, e a aprovação do Conselho de Ética da Câmara Federal sobre seu ensaboado presidente Eduardo Cunha, que deve ser cassado por falta de decoro, corrupção na Petrobras e contas em bancos suíços, o Brasil vai vivendo sob um novo regime, o da anarquia.

Concordei com minha santinha do pau oco, porque na verdade, o Brasil está sobrevivendo por contra dos cidadãos brasileiros que são criativos e estão provando que não precisam de gente mal-preparada ou mal-intencionada para administrar uma das maiores potencias econômicas do planeta. O macaco tá certo!

Onde se viu, perguntou lá das entranhas da selva amazônica o seringalista Sissi, “o Brasil cair mais uma posição no ranking global dentre os países em desenvolvimento humano segundo o índice da ONU?”

Segundo o filósofo Zé Praxedes, também lá dos peraus da Calha Norte, o Brasil estava empado com o Sri Lanka em 74° lugar e agora ficamos atrás deste país que é dos mais atrasados do planeta e fica colado na Índia. Agora, como fomos rebaixados,  caímos para 74° no índice de desenvolvimento humano feito pela Organização das Nações Unidas – ONU.  Vamos ganhar de quem? Perguntou indignado o filósofo das selvas.

Enquanto o Judiciário e o Legislativo não se definem sobre o impeachment da presidente Dilma, o país está mostrando aos três poderes constituídos que vamos levando a vida sem a intervenção deles. É como se tivéssemos adotado as teorias da Anarquia para vivermos sob estas regras criadas há duzentos anos e que era o símbolo do idealismo defendido por muitos filósofos da época, entre eles John Locke que defendia literalmente uma administração sem poder onde, cada um fazia o que desejasse seguindo cinco regras básicas desta ideologia que não vale a pena aqui enumerá-las porque, na verdade, elas são dispensáveis em qualquer país contemporâneo que se preza.

Todavia, segundo o estudioso Carlos Fontes, as ideias estudadas sobre esta ideologia por P. Kropotkin, e outros seguidores, viram no desenvolvimento das tecnologias de comunicação e informação um meio que poderia conduzir ao advento da anarquia. Ele cita ainda que  estas ideias têm caracterizado o movimento anarquista internacional ao longo destes duzentos anos.

Ora bolas, após análise acurada, dá para se subentender que o Brasil vive, sem querer ou desejar, esta ideologia que a meu ver não pode haver Poder sem adquiri-lo formalmente através do voto popular, e, o pior é que no momento podemos sim analisar e chegarmos à conclusão, estapafúrdica ou não, que estamos vivendo um momento de anarquia já que estamos sem governo para administrar o país. Ele,, no entanto,  vai indo melhor do que se estivesse como uma locomotiva transitando tranquilamente por trilhos bem firmes e com a economia sendo administrado pela presidente e seu partido petista tão desmoralizado perante a opinião pública do país, que neste final de semana saiu às ruas do Brasil para pedir o impeachment da presidente.

Então, dá ou não, para perguntar? Estamos vivendo um caos político e econômico, ou dá realmente para nos confundirmos com uma administração anarquista? Isso é uma ignomínia, sim, minha gente!

Pior do que está não pode ficar. O tempo urge e precisamos de definição imediata sobre o destino desta imensa nação que ainda não acordou do seu sono eterno. Acorda Brasil! Acorda brasileiros! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com Blog: https:\\kfouriamazoniawordpress.com – Contatos P\Palestras: 17- 99186-7015.