Perdidos como cego em tiroteio

Realmente, estamos mais perdidos que cachorro que caiu da mudança ou cego em tiroteio em plena Espanada dos Ministérios. Se não bastasse as brigas no Conselho de Ética (existe isso no Congresso Nacional?) Até a senadora Katia Abreu (PMDB) e ministra da Agricultura brigou com o senador José Serra e jogou nele uma taça de champanhe. Enquanto os políticos bebem champanhe paga com nosso rico realzinho, as vítimas da Samarco em Mariana, são obrigadas a beberem água poluída ou as que são enviadas pelo povo de todo o país. Me lembra uma poesia de Catulo da Paixão Cearense, um poema que demora 45 minutos para declamá-la. Dá pra se fazer uma analogia com os tempos atuais de Brasília onde, segundo toda as raças que formam esta grande nação brasileira, ela acredita que estamos mesmo no bico do urubu, porque, ninguém confia nos políticos atuais, nem nos que nós votamos e elegemos.

A analogia da poesia de Catulo da Paixão Cearense com a atualidade política começa assim que ele, muito famoso por sua fama de valentão, foi conhecer a capital federal que ainda era no Rio de Janeiro e, na volta, numa roda de amigos da elite local, assim se expressou: “Sá Sinhá, Sá Sinhô, dotô, eu que aqui no sertão sou tão afamanado, assim que cheguei lá na capitá federar, fui logo afanado”. Alguma coincidência é mera expressão da vontade do autor, sim senhor!

Vou! Fui! Inté!

 

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