Chega de guerras e bombas, queremos sobreviver!

Os povos que amam a paz e a tranquilidade de um lar, de um recanto aprazível, de uma nação que se preocupa com seus súditos, vê diariamente na mídia com amargor e tristeza as notícias sobre guerras, execuções sumárias e sem nexo, praticados por extremistas, bombardeios terrestres e aéreos matando civis inocentes, até crianças e mulheres indefesas, guerras civis simplesmente por causa de diferenças dentro da mesma religião, irmãos matando irmãos. Diz a querida Santa Tambura, que isso é uma ignomínia!

Lembrou o sábio seringalista da Amazônia Sissi, que não estão apenas se matando entre si, estão matando o planeta todo com suas bombas que, além da destruição material e humana, acaba também com o Meio Ambiente e contribui com o efeito estufa e o degelo porque, a química das bombas, acaba indo para a atmosfera ou levada para outros cantos do planeta através de correntes aéreas e até chuva ácida já aconteceu por isto.

Já o filósofo Zé Praxedes, lá das entranhas das florestas tropicais da Calha Norte, cada dia mais pirateada e saqueada por milhares de quilômetros de florestas sem vigilância adequada, juntando tudo isso que as guerras pelo mundo provocam, se juntam também com as milhares de queimadas que estão acontecendo diariamente no Brasil e devastando nossas florestas e acabando com a fauna e a flora, secando nascentes e assoreando rios e igarapés.

Lembrou o filósofo que a ocorrência da mineração Samarco em Minas Gerais, que acabou com Mariana e várias outras localidades, é apenas uma amostra do que a natureza pode provocar se ela não for bem utilizada.

O desconhecimento, só para relembrar o caso do incidente com césio em Goiânia, é outro exemplo que devemos evitar ao jogar nosso lixo eletrônico em locais não adequados. Devemos cobrar do Governo Federal medidas de contenção e locais preparados para lançar estes tipos de dejetos, a fim de evitar danos à natureza e ao ser humano.

Aqui no Brasil, com o incremento do agronegócio, milhões de hectares de florestas tropicais (Amazônia) foram destruídas pela motosserra e transformados em pastagens e lavouras gigantescas de grãos. Morreram milhares de olhos d’água, pequenos igarapés secaram e rios médios assorearam e feneceram como a brisa que sopra do mar e se acaba quando nas rochas se chocam e desaparecem.

E os grandes rios das cidades que são transformados em corredores de esgotos e acabaram com as matas ciliares e a flora nativa que havia em suas margens? São poucos os prefeitos que trabalham com prazer na proteção ao Meio Ambiente, exemplo disso é São José do Rio Preto-SP, minha terra tupiniquim, que é considerada uma cidade de primeiro mundo para se viver, mas é carente de parques e verdes nas avenidas e nos bairros periféricos. A periferia só é procurada em época de eleição quando os políticos vão pedir votos. Arre égua! Assim não dá!

Para finalizar, disse o ágil e valente pajé Miratinga, dos Uru Eu Uau Uau das selvas rondonienses, que o pior inimigo do planeta é o próprio bicho homem, quando ele não está em guerra com outra nação, ele arruma guerra com os próprios irmãos, e vão destruindo tudo que está a seu redor, é por isto que a natureza está ameaçada. Ele não para de guerrear e jogar bombas que vão poluindo e acabando com o ar que respiramos. O macaco está certo! Vou! Fui! Inté!

 

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com

Blog: https:\\kfouriamazonia.wordpress.com

Contatos P\Palestras: 17-99186-7015.

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