O amor alimenta as relações; ele é tudo para nós!

Há momentos na vida do homem que é um tremendo paradoxo. Ele não sabe se vai para a direita ou esquerda. Se o presidente da República é corrupto ou não, se os chefes do Senado Federal devem perder seus cargos e tirarem umas férias numa penitenciária ou se é problema do Judiciário ou ainda devem ser defenestrados do poder através do voto (indeciso) do eleitor sem cultura que vende seu voto e tem o governo que merece?  

Quando se ama deve-se esquecer do egoísmo, das partes ocultas da nossa personalidade que muitas das vezes não as conhecemos. Quem ama se entrega, tem que estar despojado dos sentimentos de materialidade, sentimentos de pequenas picuinhas, sem olhar a amplitude do seu ser e do outro ser. Temos que ter, um outro olhar, o olhar da empatia.

Disse minha querida Santa Tambura lá da minha inesquecível Amazônia, para que eu falasse hoje sobre o amor. Acho que ela tem razão, o mundo tá um cão raivoso, cheio de guerras, terrorismos, corruptos aqui e acolá, que vou atender o pedido da minha santinha e, já tenho até o beneplácito do sábio seringalista Sissi lá dos cafundós da minha querida terra rondoniense.

O amor tem tantas facetas, tantas nuances, que a maioria dos mortais, às vezes, passam pela vida como brancas nuvens levadas pelo vento e não sabem que ele tem o sabor do mel, doce e selvagem como o das abelhas, mas tirando as doloridas picadas deste inseto trabalhador, o que importa que ele é gostoso, docíssimo e puro! Assim é o amor!

Diz o filósofo Zé Praxedes lá dos paranás da Amazônia, que o amor, para ter prazer, ele deve vir carregado de paixão, dor de cotovelo, filial, fraternal, tristeza e obrigar o cérebro a induzir a criação das boas saudades que, nada mais são que recordações memoráveis. As paixões que nos fazem sofrer devem ser esquecidas num cantinho escuro de nossa mente. Não é que o macaco tá certo?

Alguém diz, eu te amo de todas as formas que se possa amar, e não importa o talvez ele mude, se transforme, mas será amor, lindo e por ser amor, ele é livre… Se estou perto ou longe, se você me ama ou odeia, é e sempre vai ser amor. Não sei quem escreveu essa frase, mas é a pura essência da existência humana!

Outra forma de amar é o que sinto pela minha inesquecível Amazônia e sofro ao vê-la esquecida pelos órgãos públicos e os povos tradicionais de suas florestas esquecidos, sofridos e sem a atenção devida de quem lá deveriam estar ajudando-os. Isso é amor filial, uma forma de amar que poucas pessoas sentem, mas diz-se que mais dói um arranhão novo em nosso velho carro, que milhares de mortes que ocorrem diariamente no Brasil e no resto do planeta. O amor é incondicional, ele é sublime!

Dri Andrade escreveu em “Infinito Particular” em 2012, que “eu sou a favor do amor, seja ele de que forma for e sou a favor do respeito.” E quem somos nós para falar que se deve amar assim ou assado?

O amor é infinito enquanto dure, eu acredito que seja assim, não sei você caro leitor, mas infinito mesmo é o amor maternal que uma mãe nutre quando sofre as dores do parto e seu rebento vem à luz. Isso sim é amor… É realmente uma forma de amar, de sofrer, de viver e cuidar. E você, caro leitor (a), aqui do Sudeste ou aí da Amazônia, você tem outra forma de amar? Se tiver me mande por email, ok? Um beijo com amor nos corações de todos vocês! Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista, <kfouriamazonia39@gmail.com – Blog: https:\\kfouriamazonia.worpress.com – Contatos P\ Palestras: 17-99186-7015.

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