Brasil é vítima do Aedes e agora do caramujo africano

Dizem que Deus é brasileiro, mas parece que ultimamente Ele se esqueceu de nós. Temos a praga na política e economia que nem com as rezas da Santa Tambura se normaliza. Não há mais políticos e homens públicos em quem se possa confiar para tirar o país do atoleiro em que estamos por causa dos governos após o período militar. Se analisarmos com imparcialidade, naquela época havia menos corrupção que agora e mais gente para servir a pátria sem ideologias que não fosse o nacionalismo verdadeiro. Desculpem a comparação, posso estar errado, mas vou voltar ao tema deste artigo. É bem pior que política, o tema a ser abordado.

Estamos passando por várias crises além da política e econômia. Na saúde, na educação e na segurança pública os problemas são astronômicos e a solução na mesma proporção. Mas vamos nos ater ao problema da saúde em si.

Temos uma pandemia com o mosquito Aedes aegypti que se espalhou por vários países do mundo transmitindo doenças como a dengue, que tem um tipo mortal que é a hemorrágica. Agora, se descobriu além das doenças já conhecidas, o zika vírus, também transmitido pelo mesmo mosquito que entrou pela Venezuela pelo Posto BV-8, hoje cidade de Pacaraima, em Roraima, sede da alfândega que faz a passagem para a Venezuela, cuja cidade mais próxima dista 18 quilômetros, Santa Helena de Uiarem.

Ainda guardo foto de um velho Corolla da Toyota que o Brasil não podia importar, sendo dedetizado na divisa contra o mosquito que entrou no Brasil por este local e que hoje se espalhou pelo país e pelo mundo e vem matando aqui e alhures.

Na época eu era correspondente do jornal Alto Madeira na Venezuela e ilhas do Caribe. Este jornal centenário fazia parte dos Diários Associados e pertence até hoje à família Tourinho, em Porto Velho, capital de Rondônia.

Mas voltando ao Aedes aegypti, além do zika vírus que está ocasionando microcefalia nas gestantes brasileiras, o sábio seringalista Sissi informou que ele está infestando países mais evoluídos que os da América do Sul e África, como países europeus e até os Estados Unidos, levados por turistas brasileiros e demais turistas sul-americanos.

Todavia o filósofo Zé Praxedes, que viveu sua vida adulta toda na Região Amazônica, onde até hoje trabalha em prol dos povos tradicionais das florestas tropicais e da preservação da maior floresta do planeta, agora vivendo na sua terra natural brasilis, São José do Rio Preto-SP, por causa de problemas de saúde, informa que o Brasil tem outra praga que precisa ser combatida pelas autoridades e pela população, porque ela transmite também doenças que podem matar o ser humano.

Disse ele que o caramujo gigante africano, ou molusco (achatina Fulica), introduzida em 1988 no Brasil para substituir o escargot francês nas mesas dos bons restaurantes, transmite várias doenças entre elas a mortal meningite. Esse molusco pode colocar até 500 ovos por ano e é vegetariano e gosta de destruir hortas e plantações de lavouras de várias espécies.

Só para exemplificar, aqui na minha chácara, “Toca do Guerreiro”, onde vivo, plantei três vezes pés de couve e três vezes eles as comeram. Caçamos os moluscos e acabamos com mais de dois mil deles, usamos sal, cal de reboco e enterramos para não transmitir doenças.

Então é bom que as autoridades municipais do Brasil façam campanhas também contra esta praga que infestou nossa nação. Chega de mortes por doenças transmitidas por mosquitos ou outros tipos de contaminação. O molusco africano é praga sim, e pode transmitir doenças mortais também. O aviso tá dado, se cuidem, pois  prevenir é melhor que remediar! Vou! Fui! Inté!

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