Brasil: guerra ou paz?

A debandada do PMDB do governo Dilma Rousseff do PT de Lula, Rui Falcão, Genoino, Zé Dirceu, Valério, Vaccari  e dos movimentos sindicais existentes hoje no país, pode ter sido a gota d’água que faltava para a caneca entornar. Quem disse isso foi a expert em política lá da Calha Norte, a Santa Tambura, não foi eu…

E o sábio seringalista Sissi, lá do interior rondoniense, cabra arretado de bom em política, foi que explicou o imbróglio que o Brasil atravessa com esta infernal crise econômica e política. E não é para menos.

Explicou o sábio lá da Calha Norte, que se o impeachment da presidente Dilma Rousseff for aprovado no Congresso Nacional, nós vamos lembrar aquela frase estapafúrdica que o senhor Lula um dia falou num discurso para seus camaradas no Rio de Janeiro: “Qualquer coisa eu mando o Pedro Stédile (MST) colocar nosso exército na rua.”

Ou esta pessoa superculta falou para aparecer ou para agradar seu amigo chefe do MST, ou, estava mesmo se referindo a uma possível luta armada, caso fosse preciso num futuro breve?

O filósofo Zé Praxedes disse que um dia um governador lá do Norte falou que “não se sabe o que sai da boca de um juiz ou do bumbum de uma criança.” Foi a gota d’água, o governador se ferrou e a Justiça o tirou do poder por um bom tempo. Quem não sabe o que vai falar, é melhor ficar com a boca fechada por dois bons motivos: não entra mosquito e tampouco fala precipitadamente e impensadamente, porque, aí, a jurupoca pode piar e ser condenado pelas Justiça por crime de injúria e difamação”.

Agora com a demonstração de força dos sindicalistas e bolsistas do sistema familiar que o governo (nós é que pagamos na verdade) dá a eles,  foram pras ruas defender o governo petista que afundou o Brasil. Ficou demonstrado para analistas políticos, cientistas ou jornalistas da grande mídia, que a esquerda não vai entregar a rapadura mole pra oposição não.

Mesmo durante os tempos de paz do governo do PT, os “exércitos” deles, CUT, MST, sindicatos do Grande ABC, Movimentos Campesinos, sempre usaram de força para “fazer de conta” que estavam insatisfeitos com a demora deste ou daquele repasse de verbas.

E o que faziam? Zé Praxedes continua respondendo: invadiam INCRA, IBAMA, FUNAI e órgãos reguladores de alimentos e ministérios, quebravam laboratórios particulares que faziam pesquisas genéticas, interditavam rodovias e invadem até hoje fazendas produtivas para Reforma Agrária e agências bancárias oficiais. E, no Sul e Sudeste, sempre marcharam com facões e enxadas para amedrontar o povo que trabalhava ordeiramente.

No Norte, acrescentou o filósofo das selvas: Lá, além de invadirem propriedades legais, com enxadas e facões, usam até hoje espingardas e até revólveres como em Rondônia e no Pará, tudo em defesa da ”Reforma Agrária” e, sempre com apoio da Igreja Romana. Lei de Propriedade não existe para a esquerda, o que deve prevalecer são suas ideias marxistas e arcaicas que já se acabaram no mundo moderno, mas que insistem em continuar usando no Brasil.

Com impeachment ou sem ele do jeito que está o Brasil, sem governabilidade e um Congresso Nacional desmoralizado, vamos ter o que em futuro breve? Guerra ou paz? Decidam-se. Vou! Fui! Inté!

Vismar Kfouri – Jornalista, escritor e ambientalista. kfouriamazonia39@gmail.com – Blog: https:\\kfouriamazonia.wordpress.com – Contatos P\Palestras: 17-99186-7015.

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